Descrição
Sem parar, eu sigo o destino.
A alma guia os dedos céleres.
Cruza, sem tino, o papel a mão que fere
Os caminhos do meu existir.
A folha já está manchada.
O preto das letras
É o escuro do meu coração…
As luzes, neste instante, apagadas estão.
E tudo o que sinto, nessa arena cifrada,
Perde-se por entre o céu das palavras.








