Descrição
Nada tem de minicontos, a não ser o que tem de quasicontos. Quase não é pouco, é aquém. Não contam, e ao não contar, mas referir sinteticamente, evocam. São ameaças de minicontos. Ameaças poéticas de microprosas, por isso maxipoéticas e nadaprosaicas. Ao inscrever o mínimo evocam o máximo.
Luis Dolhnikoff





















