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Isabella Martins Fighera
Isabella Martins Fighera sempre soube que as palavras tinham um lugar dentro dela — antes mesmo de saber escrevê-las. Quando criança, fazia seus próprios livros de papel, dobrando histórias no silêncio do quarto. Escrever nunca foi apenas um desejo, mas uma necessidade. Este livro é mais do que páginas preenchidas com versos e contos. É o reflexo de anos de sentimentos presos entre o tempo e a memória. Algumas poesias nasceram há três, talvez dois anos, e, ainda assim, continuam pulsando como se tivessem sido escritas hoje. O processo de escrita nunca foi linear, porque a vida também não é. Aqui, Isabella transformou cicatrizes em metáforas, silêncios em rimas e o que não foi dito em palavras. Cada poema carrega um pedaço daquilo que foi vivido — e, de alguma forma, continua vivendo.

